quarta-feira, 30 de março de 2011

Passeios 3 (Aalst)

Aalst é uma cidade de porte médio na Bélgica, famosa pelo seu carnaval. Abriga jovens estudantes de todas as partes - que se reúnem na praça central, onde fica a antiga prefeitura e o campanário -, para conversar, comer e passar o tempo.
Fotos by Marta Hasse e João Costa

Praça central em Aalst. Ao fundo, a torre do campanário.

Foto panorâmica da praça de Aalst

Outro ângulo do campanário (e da Célia!)

A caminho de casa carregando... chocolates belgas, claro!!!



Passeios 2 (Roterdã)

Roterdã (Holanda): a cidade é a segunda maior da Holanda e tem um porto de respeito! A arquitetura é um misto de antigo e moderno, ousado e tradicional. Definitivamente, não se define Roterdã com facilidade. Tenho de confessar: gosto mais de Roterdã que de Amsterdã!
Casas-cubo no bairro de Blaak (Roterdã). Na Holanda encontram-se os arquitetos e  designers mais criativos, premiados e malucos do mundo!
Mais uma foto das casas-cubo.
Bibloteca em Blaak. Pena que eu (ainda) não sei ler em holandês...


Karaokê em chinês

Fui convidada para o chá de bebê da Lea, amiga da Marta. Ela é filipina, casada com um holandês.
No dia do chá, havia tanta gente na casa que tínhamos de ir comer na cozinha em turnos, pois não cabia todo mundo lá. A comida filipina é deliciosa e há um doce muito parecido com o nosso pudim de leite. [Hmmmmmmm...]
Conheci outras filipinas, amigas da Lea, e fiquei apaixonada pelo jeito delas: alegres, calorosas, muito educadas. Logo me incorporaram ao grupo e me deixaram tão à vontade que parecíamos nos conhecer há anos! Na hora de tirar foto, não podia faltar ninguém, todas pulavam na frente da câmera e me puxavam: "Come, Célia, come" (Venha, Célia, venha!). Eu dizia para tirarem uma foto do grupo e elas respondiam: "Mas você faz parte do grupo!" Umas fofas, de verdade!
Elas adoram cantar, então ligaram o videokê. Detalhe: ninguém sabia operar o aparelho e as legendas apareciam em chinês. Cantamos juntas "Can't help falling in love with you", do Elvis Presley, em chinês!!! A melodia a gente conhecia, e a pronúncia em chinês a gente adivinhava. Cantávamos e caíamos na gargalhada. Finalmente, alguém conseguiu reprogramar o videokê e foi uma cantoria sem fim até a hora de ir embora.
Recebi convite para ir a outro chá de bebê, dessa vez da Irene, minha nova amiga filipina. Fiquei com vontade de conhecer as Filipinas. Definitivamente, essa terra deve ser muito mais interessante do que eu imaginava (e cuja referência mais conhecida era Imelda Marcos e seus "trocentos" pares de sapatos...)
Sentada, de camisa xadrez, está Lea, a futura mamãe. Atrás dela, o grupo filipino (não sei os nomes de todas), adicionado de duas brasileiras. Do lado esquerdo de Marta está Maria e do lado direito está, Irene, outra futura mamãe. Sentados, Danny (equatoriano) e seu namorido Peter (holandês).
Na hora de tirar a foto, não cabia todo mundo na sala, então ficamos no corredor. A casa podia até ser pequena, mas o coração era beeeeeeeem grande! 

terça-feira, 29 de março de 2011

Carruagens de fogo (Charriots of fire)

Algumas cenas e fatos marcam tanto que acabam ficando na memória de quem as viveu, mas devem ser escritas e compartilhadas para que num futuro não muito longínquo sejam causa de animadas conversas.

É fato que exercícios fazem bem ao coração, como caminhar, nadar, andar de bicicleta... Aqui na Holanda, porém, desenvolvemos duas novas modalidades esportivas que vão dar o que falar: correr atrás do caminhão de entrega e correr atrás do ônibus...

Cena 1: Marta e João compraram um fogão novo. A loja ficou de entregar na quinta-feira no final da tarde. Na quinta-feira de manhã, Marta e eu fomos ao supermercado. Na volta, quando estávamos a uns 6 quarteirões de casa (e bem carregadas), vimos passar por nós um caminhão da loja de eletrodomésticos. Marta disse: "Célia, é o nosso fogão!". "Não pode ser, Marta, eles só vêm à tarde". " É o nosso fogão, sim, e se eles não encontrarem ninguém em casa, só voltam aqui na próxima quinta (que é o dia das entregas). Você consegue correr?".
Deixei as sacolas com Marta e saí correndo, enquanto em minha cabeça era acompanhada pela trilha sonora do filme "Charriots of fire". Não durou meio quarteirão. Os joelhos gritaram e parei na hora. Peguei as sacolas de volta e iniciei uma marcha atlética (se já é estranho ver atletas profissionais fazendo isso, imaginem eu!!!). [Marta também não pode correr. Operou o tendão da perna.] Éramos as duas em marcha pela rua, ora andando, ora correndo. Resultado: chegamos a tempo de ver os homens descarregando um belo fogão para a família Costa (era mesmo o fogão novo!), mas nem conseguimos falar direito com eles, pois estávamos sem fôlego. Por conta dessa corrida, queimamos as calorias das guloseimas que preparamos no novo eletrodoméstico e que comemos depois!!!

Cena 2: Por causa do frio que faz nesta terra, é comum usar calças térmicas ou, como dizemos no Brasil - ceroulas -, por baixo da roupa. O problema é que algumas dessas ceroulas escorregam a carregam consigo o que estiver por cima.
A caminho do ponto do ônibus, Marta e eu vimos que nossa condução estava virando a esquina e, se não corrêssemos, iríamos perder o ônibus e ter de esperar meia hora até que o próximo viesse.
Câmera lenta: duas mulheres correm pela rua agitando os braços para que o motorista do ônibus as veja. Ao fundo, uma música toca ("Carruagens de fogo" é perfeita). Subitamente, uma delas grita: "Estou perdendo as calças!!!". A outra responde: "Eu também, mas é melhor perder as calças que o ônibus!". E assim as duas conseguem tomar o ônibus, segurando as calças que teimavam em descer até a parte inferior de suas congeladas nádegas, sem ar, ofegantes, porém vitoriosas. [Fim de cena.]

segunda-feira, 28 de março de 2011

Uma aventura "molhada"...

Coisas divertidas podem acontecer com quem se aventura pelo mundo e está aberto ao que o cosmo tem a oferecer. [OK, podem ocorrer coisas nada divertidas também, mas o impacto dessas coisas vai depender de como as encaramos, certo?]
Marta e eu passamos uma tarde batendo perna em Roterdã e, no final do dia, tínhamos uma longa viagem de ônibus de volta a BoZ. Lá pelas tantas, decidimos pegar o metrô e ir para a rodoviária.
Cansadas e com os pés doendo, resolvemos descer por um dos elevadores da estação Oostplein. A porta se abriu e entramos. Quando olhei para baixo, vi que o dito-cujo estava alagado. A porta se fechou e senti um cheiro forte de urina. Marta deu um grito: "Célia, não pise aí, é xixi!" Alguém havia urinado pra valer no elevador [ainda escreverei detalhadamente sobre os péssimos hábitos de higiene que vejo por aqui]. Mas era tarde, eu já estava literalmente mergulhada na poça de urina. Pra ajudar, o elevador descia "tão rápido quanto uma tartaruga sonolenta". Prendi a respiração e fiquei grudada na porta para poder sair de lá o mais rápido possível. Falei pra Marta: "Só falta essa p... de elevador pifar e a gente ficar presa aqui com esse mau cheiro". Pra quê! O elevador parou, a porta não abriu e a gente só via um paredão de concreto na frente (a porta era de vidro).
Dei um grito: "Marta! Eu e minha boca! E agora?" Virei-me para trás e vi Marta sem ar (também havia prendido a respiração), tão vermelha quanto a bandeira do partido comunista. Mas vi outra coisa que me fez ver uma luz no fim do tunel, ou melhor, do elevador: a saída do elevador era pelo lado oposto ao que entramos, portanto, era só termos virado de costas para evitar aqueles segundos de pânico. Apertamos o botão (algumas portas "automáticas" só se abrem quando um botão é pressionado) e saímos do elevador desesperadas por um ar respirável. Havia um senhor aguardando para entrar no elevador, que não deve ter entendido nada. Viu duas mulheres de costas para ele, gesticulando e desesperadas. Subitamente, uma delas se vira, aponta para ele (na verdade era para a saída) e as duas saem arfando. Antes de ele entrar, Marta alertou "Bad smell", mas ele nem deu bola. Não foi por falta de aviso! Andamos uns metros e caímos na gargalhada. Só a gente mesmo pra pagar esse mico, hein, Marta?

Passeios

Marta e eu tiramos uma semana de folga do trabalho para arejar as ideias. Foi uma semana de intensa atividade turística e social: passeios a Roterdã, Rosendaal, Aalst e dois chás de bebês.
Mas vamos por partes...

Rosendaal: a cidade é pequena e possui um shopping aberto que lembra muito o Aeroclube Plaza, de Salvador. As lojas vendem roupas de grife, cafés, favos, enfim, um convite ao consumo. Mas resisti!


Shopping aberto Rosada, em Rosendaal.

Uma vista mais ampla do Rosada. A sacola de compras me denuncia, mas era uma super liquidação!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Igreja em Aalst (Bélgica)

Como estou quase na fronteira da Holanda com a Bélgica, é mais rápido ir para lá do que para Amsterdã e Roterdã. Conheci Aalts - uma cidade belga de porte médio e de intenso movimento. Uma graça de cidade, realmente.
Tive a oportunidade de entrar em uma igreja e filmar o interior. Apesar de não entender uma palavra do que estava escrito nos livros de salmos e nos comunicados, senti uma presença muito forte ali, talvez motivada pela saudade de casa e pela música maviosa que tocava. O fato é que, mesmo não sendo católica, rezei e agradeci a Deus por tudo o que tenho, principalmente família e amigos. Rezei por todos e me senti conectada com o mundo. "A fé não tem fronteiras e não tem língua. Acreditar em algo maior que a gente e  que transcende a existência humana está em toda parte. Obrigada, meu Deus" é o que sussurro no final da gravação.

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terça-feira, 22 de março de 2011

Roterdã

Semana passada fiz um passeio de barco em Roterdã (aproveitando o sol que apareceu). O porto de Roterdã é considerado o maior do mundo, em volume de carga. A área reservada aos contêineres é imensa. Pena que acabou a bateria do celular e não pude fotografar. O passeio demora 1h15min, só percorrendo o "mar de contêineres" que está alojado lá. Sem mais delongas, seguem fotos dessa parte da cidade.

Ponte Erasmus, em homenagem a Erasmo de Roterdã, filósofo e humanista - um dos maiores orgulhos dos holandeses.

Prédio da Universidade Náutica
Hotel New York (é o prédio pequeno, com uma cúpula verde, na frente do prédio alto da direita).

Marina (essa foto é pro meu irmão - Príncipe Namor e capitão dos mares)
Torre Euromast e o restaurante flutuante chinês.

Citrosuco - empresa BRASILEIRA que comercializa suco de laranja (lugar de destaque no porto).

segunda-feira, 21 de março de 2011

Parece piada...

No Brasil, quando a gente está com uma unha encravada inflamada, vai a um(a) podólogo(a), a uma das lojas Dr. Scholl, a uma benzedeira (dessas que curam unha encravada, mau-olhado, encosto...), mas aqui na Holanda é preciso ir antes ao "Family Doctor" (Médico da Família), que te encaminha para um especialista.
Depois de várias tentativas - infrutíferas - com podologistas (porque é mesmo necessário passar antes por um clínico geral), Marta conseguiu agendar uma consulta, para mim, com o médico dela. Tenho de esperar até sexta-feira para somente então o doutor marcar o atendimento com um especialista. Agora me digam: é ou não é uma piada marcar uma consulta médica pra tratar de unha encravada? [Outra opção seria ir até a emergência do hospital mais próximo. Pode?] Só aqui mesmo...

terça-feira, 15 de março de 2011

Terremotos

A terra treme, casas e prédios sacodem, as coisas balançam, caem, quebram.
O coração das pessoas treme, as mãos sacodem, a cabeça balança, os sentimentos se chocam.
Meu coração também se quebrou ao assistir, atônita e impotente, as cenas mostradas na TV.
Políticos se preocupam com as nuvens tóxicas. Eu me preocupo com quem perdeu parentes e amigos, com os desaparecidos, os feridos (no corpo e na alma).
Dor acumulada, que começou lá em Petrópolis, no mês de janeiro, depois do deslizamento de terra que vitimou milhares de pessoas e que aumentou agora, com esse terremoto no Japão.
No meu dicionário, defino assim o que vejo:
Abalos sísmicos - fenômenos físicos que nos mostram o quanto somos pequenos e insignificantes. Abalam a terra e o coração da gente...

terça-feira, 8 de março de 2011

Dia Internacional da Mulher

Hoje ganhei flores pelo Dia Internacional da Mulher. Um buquê lindo. Havia até esquecido da data, pois há tempos não celebrava esse dia. Explico: ao longo dos anos, percebi que datas específicas para esse ou aquele grupo são uma forma de manter e perpetuar as diferenças (além de incentivar o consumo e fazer o comércio aumentar as vendas). Mulheres possuem um dia especial, assim como indígenas, negros, idosos, crianças... É preciso instituir uma data especial para lembrar que essas pessoas existem e têm direitos iguais aos demais? Em minha opinião, seria muito mais adequado investir em ações reais que combatessem e eliminassem os preconceitos contra esses grupos e as desigualdades a que estão submetidos.
A Europa está longe de ser o paraíso na terra, mas uma coisa eu tenho de reconhecer: está à frente em vários pontos. Respeito ao idoso e acessibilidade é um deles. Sou constantemente atropelada por idosos em seus andadores ou carrinhos motorizados - entrando e saido de lojas, guiando pelas calçadas - na maior independência. Cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção também têm infra-estrutura para ir e vir, seja nas ruas, nos ônibus, calçadas, parques, edifícios.
Já as mulheres... Essas continuam sendo vítimas da violência e de exploração sexual, profissional, etc., etc.
São uma das maiores forças de trabalho, mas continuam ganhando menos que os homens.
Sei que houve avanços e conquistas importantes, graças a tantas mulheres que lutaram e deram a vida para conseguir igualdade de direitos - como aquelas trabalhadoras que foram queimadas na fábrica em que trabalhavam, no dia 8 de março, porque reivindicavam condições mais dignas de trabalho - razão pela qual o dia Internacional da Mulher é celebrado nessa data.
Porém, precisamos de mais do que receber os parabéns em um dia do ano e, nos demais 364/5 dias, continuar "ralando". Precisamos de igualdade de fato, e não no papel, para que não seja mais necessário instituir um dia para lembrar do quanto ainda temos de lutar para que o mundo seja um lugar justo para todos, de verdade.
De qualquer forma, receber as flores foi um momento gostoso do dia. Um gesto de carinho e amizade de quem as deu. Pra mim, transcendeu a simbologia da data. A amizade merece um dia especial para ser perpetuada e incentivada, sem presentes, mas com muita presença.

Acabou a folia em Boz

Foi o Carnaval mais comportado que já vi. No lugar de samba, hinos, tarantela e marchas.
No lugar de rainhas da bateria, professoras, mães e avós puxando crianças.
No lugar de baterias de 300 integrantes, bandas de 6, 7, 8 integrantes.
No lugar de blocos carnavalescos com milhares de pessoas, grupos
No lugar de fantasias vaporosas ou luxuosas, cortinas velhas, tapetes, retalhos...
O mundo é mesmo uma caixinha de surpresas!
No vídeo, o povo canta comemorando o 66o Carnaval após o término da guerra. Depois, o prefeito começa um longo discurso. (Discurso de político é chato em qualquer língua!)
Alguém consegue imaginar as escolas de samba paradas e quietas na Marquês de Sapucaí enquanto algum  político discursa? Ah! Me poupe! Olhei pra Marta, Marta olhou pra mim e decidimos ir tomar um café bem quentinho pra afugentar o frio. E assim acabou o Carnaval (pelo menos para mim) em Bergen op Zoom. FUI!

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Um dos (assustadores) carros alegóricos...


E, pra encerrar, uma visão geral dos foliões na praça...

segunda-feira, 7 de março de 2011

Mais Carnaval em BoZ...

É beeeeeeeeeeeeeeem diferente do Carnaval brasileiro. Nem por isso deixa de ser interessante.
Os desfiles dos blocos são muito rápidos. As pessoas se aglomeram na praça central (aquela onde tem a torre da igreja vestida) e ficam bebendo e cantando. As pessoas não dançam nem pulam (só de frio). Formam-se grupos de amigos e familiares, geralmente fantasiados do mesmo jeito, e dá-lhe cerveja goela abaixo. Os cafés do entorno lotam, os restaurantes idem. Mas a praça é mesmo o point.

Fotos by Marta Hasse
Atrás do trio elétrico (ou carroção de cebolas) só não vai quem já morreu...

Na "dispersão", ao lado de um dos carros alegóricos...

... que é puxado por esses cavalos gigantescos!

Máscara de um dos foliões (notem os olhos azuis, coisa mais que comum por aqui).
Praça da apoteose - lotada!!!

sábado, 5 de março de 2011

Mais carnaval em BoZ

Mais um pouco do desfile do "Grupo "Especial". As crianças fazem coreografias com escadas e vassouras. Notem que as pessoas enrolam cortinas ao redor do pescoço ou as usam como saias. É um costume. Minha teoria é a de que, nos primórdios, alguém não tinha fantasia para usar no Carnaval e improvisou com as cortinas de casa. Aí a moda pegou...
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sexta-feira, 4 de março de 2011

Batem os sinos

Depois que o desfile de Carnaval  terminou, o sino da igreja começou a tocar. Um charme só, ainda mais com a torre enfeitada como se fosse um boneco gigante. Lembrei-me dos bonecos gigantes do Carnaval de rua no Brasil. É incrível como é possível perceber, na cultura brasileira, um pouco da cultura de cada canto do mundo.

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Olha o Carnaval de BoZ aí, geeeente!

Siiiiim, nesta cidade tem desfile de Carnaval! Hoje houve desfile do grupo especial: as crianças. Nos demais dias, será a vez dos adultos. Mas o de hoje foi mesmo uma graça. As crianças vêm agrupadas por escolas, com suas respectivas professoras. Em um dado momento, alguém toca um apito e as crianças param de desfilar, sobem em banquinhos (que carregam consigo) e cantam. Pena que não entendi patavinas do que elas cantavam... Mas valeu! Confira o vídeo...

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terça-feira, 1 de março de 2011

Fotos

Seguem algumas fotos tiradas desde que cheguei...
Enjoy them!
João e eu saboreando minha mousse de chocolate diet com chantilly (diet também). Quer dizer... sem açúcar.



NUma avenida de Bergen op Zoom.

Aceita um café?

Na churrascaria Rodízio, em Haia (Den Haag), com os alunos da Marta (Eva, Gabriel, Lucas e Kees)
A caminho de Roterdã.
Numa rua de Bergen op Zoom, mostrando a decoração das casas para o Carnaval.
Voltando de Roterdã, congelada (pegamos 7 graus negativos nessa noite).
Snuffle Market, na Bélgica (Mercado das pulgas)
Na charmosa cidade de Putte, dividida ao meio pela fronteira entre Bélgica e  Holanda.